domingo, 9 de outubro de 2011



Tabela de Calorias dos alimentos
mais servidos em nossa mesa:
Alimento 
Quantidade 
Calorias
Cafés, chás e sucos
Água de coco verde
1 copo de 240 ml
62
Café com açúcar
1 xícara de 50 ml
33
Café sem açúcar
1 xícara de 40 ml
3
Caldo de cana
1 copo de 240 ml
202
Suco de abacaxi natural
1 copo de 240 ml
100
Suco de acerola natural
1 copo de 240 ml
36
Suco de maçã natural
1 copo de 240 ml
154
Suco de manga natural
1 copo de 240 ml
109
Suco de melão natural
1 copo de 240 ml
60
Suco de milho verde natural
1 copo de 240 ml
271
Suco de morango natural
1 copo de 240 ml
39
Suco de pêssego natural
1 copo de 240 ml
77
Suco de tomate fresco
1 copo de 240 ml
27
Bebidas alcoólicas
Aguardente
½ copo - 120 ml
277
Cerveja 
1 lata de 350 ml
147
Cerveja light
1 lata de 360 ml
148
Champanhe 
1 taça de 125 ml
85
Chope
1 tulipa de 300 ml
180
Uísque 
1 dose de 100 ml
240
Vinho branco doce
1 taça de 125 ml
178
Vinho branco seco
1 taça de 125 ml
107
Vinho Rosé
1 taça de 125 ml
93
Vinho tinto seco
1 taça de 125 ml
107
Vodka 
1 cálice de 20 ml
48
Refrigerantes e energéticos
Coca-Cola
1 lata de 350 ml
137
Coca-Cola Light
1 lata de 350 
1,5
Fanta 
1 lata de 350 ml
189
Fanta Diet
1 lata de 350 ml
15
Gatorate - todos os sabores
1 frasco de 473 ml
109
Guaraná
1 copo de 240 ml
75
Guaraná diet
1 lata de 350 ml
4
Sport Drink limão
2 colheres de sopa (20g)
51
Sprite
1 lata de 350 ml
115
Sprite diet limão
1 lata de 350 ml
5
Carnes
Alcatra assada
2 fatias (150g)
301
Alcatra frita
2 fatias (100g)
235
Almôndega caseira de carne
1 unidade (30g)
61
Almôndega de frango
1 unidade (25g)
54
Almôndega de peru
1 unidade (25g)
46
Antecoxa de frango assada
 2 unidades (100g)
109
Baby beef
1 unidade (100g)
120
Bacon fatiado
1 fatia (10g)
54
Bacon frito
2 cubos (30g)
198
Bisteca de porco
1 unidade (100g)
337
Costeleta de porco
2 unidades (100g)
483
Coxa de frango
1 unidade (100g)
144
Coxa de frango assada c/pele
1 unidade (100g)
110
Coxa de frango assada s/pele
1 unidade (100g)
98
Coxa de frango cozida
1 unidade (100g)
120
Cupim
2 fatias (150g)
375
Fígado de boi frito
1 fatia (100g)
210
Fígado de galinha
1 colher de sopa (25g)
35
Filé de frango
 2 filés (100g)
101
Filé mignon
1 fatia (100g)
140
Hamburger bovina
1 unidade (56g)
116
Hamburger calabresa
1 unidade (56g)
149
Hamburger de chester
1 unidade (56g)
105
Hamburger de frango
1 unidade (96g)
179
Lagarto de boi assado
3 fatias (100g)
170
Leitão
2 pedaços (170g)
308
Língua de boi cozida
2 pedaços (100g)
287
Lombo assado
1 fatia (100g)
272
Maminha
1 fatia (100g)
141
Miolo de coxão mole
1 filé (100g)
120
Moela de galinha
1 pires (100g)
78
Músculo cozido
3 pedaços (100g)
180
Patinho de boi assado
3 fatias (100g)
200
Peito de frango s/pele
1 filé (100g)
100
Pernil de porco assado
1 fatias (100g)
196
Perú
2 filés (100g)
155
Picanha
1 fatia (100g)
287
1 unidade (200g)
128
Rabo de porco salgado
3 unidades (100g)
426
Rosbife
1 fatia (50g)
83
Tender
4 fatias (100g)
210
Embutidos
Apresuntado
1 fatia (15g)
22
Blanquet de peru
1 fatia (10g)
13
Copa fatiada maturada
1 fatia (6g)
22
Lingüiça calabresa
1 porção (100g)
300
Lingüiça de frango
1 porção (100g)
166
Lingüiça de peru defumada
1 porção (100g)
148
Lingüiça toscana
1 porção (100g)
255
Lombo canadense
1 fatia (15g)
21
Lombo defumado
1 fatia (15g)
29
Morcela
1 porção (100g)
258
Mortadela
1 fatia fina (15g)
41
Mortadela de frango
1 fatia fina (15g)
20
Paio
1 unidade (100g)
314
Peito de peru defumado
1 fatia (15g)
14
Presunto cozido
1 fatia (15g)
18
Presunto cru
1 fatia (15g)
54
Salame italiano
1 fatia pequena (2,5g)
10
Salaminho
1 fatia pequena (2,5g)
10
Salsinha
1 unidade (40g)
120
Salsicha light de chester
1 unidade (40g)
64
Salsicha Hot Dog
1 unidade (50g)
115
Salsichão
1 fatia (10g)
30
Peixes e frutos do mar
Anchova cozida
1 filé (100g)
118
Anchova à milanesa
1 filé (100g)
210
Atum cru
1 posta (100g)
146
Bacalhau cozido
1 porção (100g)
100
Cação cozido
1 posta (100g)
129
Camarão cozido
1 porção (100g)
82
Camarão frito
1 porção (100g)
310
Casquinha de Caranguejo
1 unidade
250
Casquinha de Siri
1 unidade (200g)
413
Caviar
1 colher de chá (10g)
24
Dourado
1 posta (100g)
88
Haddock cozido
1 filé (100g)
100
Kani-Kama
1 stick (16g)
13
Lagosta cozida s/ molho
1 unidade (200g)
196
Linguado assado ou grelhado
1 filé (100g)
90
Lula cozida
1 pires de chá (100g)
93
Lula frita empanada
1 pires de chá (100g)
373
Mariscos cozidos
1 xícara de chá (100g)
96
Mexilhão cozido
½ xícara de chá (100g)
79
Namorado cozido
1 filé (100g)
122
Ostras
3 unidades (100g)
81
Ovas de peixe cruas
1 porção (100g)
125
Pescada cozida
1 filé (100g)
97
Pintado grelhado
1 posta (200g)
208
Polvo cru
1 xícara de chá (100g)
64
Robalo
1 posta (100g)
72
Salmão assado ou grelhado
1 posta (100g)
292
Salmão cru
1 filé (100g)
211
Sardinha grelhada
1 unidade (33g)
97
Sardinha em óleo comestível
4 unidades (100g)
174
Sardinha em conserva com azeite
3 unidades (100g)
298
Tainha Cozida
1 posta (100g)
204
Truta assada ou grelhada
1 unidade (200g)
378
Biscoitos e bolachas
Água e sal
1 unidade
32
Biscoito de manteiga
1 porção (100g)
500
Biscoito integral de trigo
1 unidade (15g)
28
Champanhe
1 unidade
40
Cream Cracker
1 unidade
31
Leite
1 unidade
24
Maisena
1 unidade
20
Maria
1 unidade
25
Palitinhos salgados
100g
383
Passatempo alpino
1 unidade
76
Recheado chocolate
1 unidade
72
Recheado morango
1 unidade
73
Salclic aperitivo
1 unidade
11
Waffer chocolate
1 unidade
41
Balas
Caramelo ao leite
1 unidade
21
Goma média
1 unidade
18
Halls
1 unidade
19
Halls diet
1 unidade
8
Jujuba
1 unidade
5
Bolos
Ana Maria Pullman
1 unidade (50g)
130
Bolo de cenoura caseiro
1 fatia (50g)
135
Bolo de cenoura com cobertura de chocolate
1 fatia (50g)
371
Bolo de chocolate
1 fatia (50g)
171
Bolo de fubá caseiro
1 fatia (50g)
310
Bolo de Laranja
1 fatia (50g)
173
Bolo pão-de-ló
1 fatia (50g)
268
Bolo de coco
1 fatia (50g)
186
Chocolates
Aerado ao leite
1 unidade (30g)
167
Alfajor chocolate
1 unidade (50g)
190
Alpino Bombom chocolate ao leite
1 unidade (13g)
71
Chocolate meio-amargo
1 unidade (200g)
1074
Ao leite
1 unidade (200g)
1044
Baton
1 unidade (16g)
66
Bis
1 unidade (7,5g)
39
Chocolate em pó solúvel
1 colher de sopa (6g)
22
Diamante Negro
1 unidade (30g)
156
Diplomata
1 unidade (11g)
60
Chocolate Branco
1 unidade (30g)
170
Ouro Branco
1 unidade (21,5g)
114
Sulflair
1 unidade (50g)
271
Trufas
1 unidade (20g)
89
Doces
Amendoim c/ chocolate
1 colher de sopa (40g)
140
Apfelstrudell
1 fatia (100g)
296
Arroz-doce
1 porção (100g)
164
Baba-de-moça
1 taça (150g)
615
Banana Caramelada
1 unidade
140
Bananada
2 unidades (100g)
254
Banana passa
1 unidade (15g)
28
Bomba de chocolate
1 unidade (80g)
187
Bomba de chocolate c/ cobertura de chocolate
1 grande
296
Bombocado
1 unidade (30g)
91
Brigadeiro
1 unidade (30g)
96
Cajuzinho
1 unidade (12g)
102
Calda de caramelo
1 colher de sopa (20g)
55
Calda de chocolate com leite
1 colher de sopa (20g)
109
Canjica
1 xícara de chá (200g)
226
Chantibon
1 colher de sopa (15g)
67
Claybon Amendocrem
1 colher de sopa (20g)
123
Cobertura de caramelo
1 colher de sopa (15g)
156
Cobertura de cereja
1 colher de sopa (15g)
147
Cobertura de chocolate
1 colher de sopa (15g)
128
Cobertura de marshmellow
1 colher de sopa (15g)
50
Cocada Branca
1 unidade
55
Creme de amendoim
1 colher de sobremesa (15g)
88
Creme de marshmellow
1 colher de sopa (15g)
158
Doce de Banana mole
1 colher de sopa (20g)
46
Doce de leite
1 fatia (50g)
158
Folheado com creme
1 fatia (50g)
704
Framboesa em calda
1 colher de sopa (25g)
29
Geléia de goiaba
1 colher de sobremesa (15g)
30
Geléia de morango
1 colher de sobremesa (15g)
39
Geléia de mocotó
1 colher de sopa (20g)
36
Marmelada
1 fatia (100g)
264
Marrom glacê
1 fatia (100g)
270
Mel com própolis
1 colher de sopa (20g)
65
Mel de abelhas
1 colher de sopa (20g)
62
Mousse de chocolate
1 taça (150g)
333
Paçoca
1 unidade (30g)
114
Pamonha
1 unidade
135
Papo-de-anjo
1 unidade
150
Pastel de Santa Clara
1 unidade (80g)
143
Pavê
1 fatia (100g)
200
Pé-de-moleque
1 unidade (20g)
46
Pêssego em calda
1 unidade (100g)
81
Pudim de arroz caseiro
1 porção (100g)
230
Quindim caseiro
1 unidade (80g)
314
Rabanada
3 fatias (100g)
445
Rapadura
1 pedaço (50g)
84
Sonho
1 unidade (85g)
573
Suspiro pequeno
1 unidade (10g)
37
Gelatinas
Abacaxi
1 porção (100g)
68
Cereja
1 porção (100g)
68
Framboesa
1 porção (145g)
68
Limão
1 porção (100g)
68
Morango
1 porção (100g)
68
Uva
1 porção (100g)
68
Sorvetes
Ao leite coco
1 unidade
94
Ao leite morango
1 unidade
123
Banana Split
1 taça
843
Colegial
1 taça
482
Milk-Shake Baunilha
1 copo (290ml)
336
Milk-Shake Chocolate
1 copo (300ml)
380
Sorvete de massa chocolate creme morango e coco
1 bola (40g)
75
Sorvete de massa de limão
1 bola (40g)
62
Sundae
1 taça
616
Adoçantes e condimentos
Açúcar branco refinado
1 colher de chá (10g)
40
Açúcar Mascavo
1 colher de chá (10g)
36
Alcaparra sem azeitona
1 colher de chá (6g)
2
Alho
1 dente
7
Caldo de carne
1 tablete (12g)
33
Caldo de galinha
1 tablete (12g)
35
Cebola crua
1 colher de sopa (20g)
6
Cheiro verde
1 maço
4
Curry
1 colher de café (6g)
23
Erva-doce
1 colher de chá (6g)
1
Extrato de tomate
1 colher de sopa (20g)
14
Ketchup
1 colher de sopa (15g)
20
Leite de coco
½ copo (120ml)
132
Molho de pimenta vermelha
1 colher de chá (6g)
2
Molho Inglês
1 colher de sopa (15g)
5
Mostarda
1 colher de chá (10g)
8
Páprica
1 colher de chá (6g)
20
Pimenta-do-reino
1 colher de chá (6g)
1
Sal branco refinado
1 colher de chá (6g)
0
Shoyu
1 colher de sopa (15g)
6
Vinagre
1 colher de sopa (15g)
3
Cremes e molhos
Branco
1 colher de sopa (20g)
28
Chutney de manga
1 colher de sopa (20g)
82
Maionese
1 colher de sopa (20g)
141
Molho agridoce
1 colher de sopa (20g)
31
Molho de iogurte
1 colher de sopa (15g)
21
Molho roquefort
1 colher de sopa (15g)
78
Molho rose
1 colher de sopa (15g)
135
Molho de tomate caseiro
1 colher de sopa (15g)
10
Molho tártaro
1 colher de sopa (15g)
64
Gorduras e óleos
Azeite-de-dendê
1 colher de sopa (10g)
89
Azeite de oliva
1 colher de sopa (10g)
90
Banha de galinha
1 colher de sopa (20g)
126
Banha de porco industrializada
1 colher de sopa (20g)
180
Gordura vegetal hidrogenada
1 colher de sopa (20g)
180
Manteiga com sal
1 colher de sopa (10g)
77
Margarina
1 colher de chá (10g)
74
Óleo de algodão
1 colher de sopa (10g)
90
Óleo de amendoim
1 colher de sopa (10g)
90
Óleo de canola
1 colher de sopa (10g)
90
Óleo de fígado de bacalhau
1 colher de sopa (13g)
130
Óleo de gergelim
1 colher de sopa (10g)
90
Óleo de girassol
1 colher de sopa (10g)
90
Óleo de milho
1 colher de sopa (10g)
90
Óleo de peixe
1 colher de sopa (10g)
90
Óleo de soja
1 colher de sopa (10g)
90
Frutas frescas e secas
Abacate
1 porção (100g)
177
Abacaxi
1 fatia (80g)
50
Acerola
1 unidade (12g)
4
Banana-da-terra
1 unidade (100g)
117
Banana-maçã
1 unidade (65g)
72
Banana-nanica
1 unidade (90g)
87
Banana-prata crua
1 unidade (65g)
55
Caju
1 unidade (100g)
37
Cana-de-açúcar
1 gomo (100g)
64
Caqui chocolate
1 unidade (100g)
74
Castanha de caju picada
1 xícara de chá (150g)
835
Cereja
1 porção (100g)
97
Coco ralado fresco
1 colher de sopa (20g)
50
Figo maduro
1 unidade (50g)
68
Framboesa
1 colher de sopa (20g)
12
Goiaba vermelha
1 unidade (100g)
43
Graviola
1 unidade (100g)
60
Guaraná
100g
69
Kiwi
1 unidade
46
Laranja
1 unidade
46
Limão
1 unidade
12
Maçã verde
1 unidade (130g)
79
Maçã vermelha
1 unidade (130g)
85
Mamão maduro
1 fatia (100g)
36
Manga
1 unidade (350g)
230
Maracujá comum (polpa)
1 unidade (50g)
28
Melancia
1 fatia (100g)
24
Melão
1 fatia (70g)
19
Morango
9 unidades (100g)
43
Nozes
1 unidade (10g)
71
Pêra crua
1 unidade (110g)
68
Pêra seca
1 xícara de chá (150g)
144
Pêssego
1 unidade (150g)
63
Tangerina
1 unidade (100g)
50
Uva branca nacional
1 cacho pequeno
130
Uva passa
1 colher de sopa (18g)
54
Iogurtes
Agite morango Danone
1 copo (200ml)
90
Coalhada
1 colher de sopa (20g)
52
Batavo c/ mel
1 unidade
210
Corpus Diet morango
1 unidade
74
Danette
1 unidade
75
Danoninho morango
1 pote (65g)
71
Dan'up
1 unidade
170
Iogurte batido com açúcar e mel
1 copo (200ml)
180
Iogurte desnatado light Batavo
1 copo (200ml)
88
Iogurte natural batido Vigor
1 unidade (200ml)
176
Iogurte natural batido light Vigor
1 unidade (200ml)
78
Iogurte natural Paulista
1 unidade
89
Iogurte natural light Paulista
1 unidade
57
Neston c/ cereal e frutas
1 unidade
202
Parmalat natural desnatado
1 unidade
88
Shake morango Nestlé
1 pote 400g
376
Leites
Achocolatado Leco
1 copo (200ml)
194
Chocolate pronto Glória
1 unidade
204
Creme de leite
1 colher de sopa (15g)
37
Leite com chocolate
1 xícara (200ml)
222
Leite condensado
1 colher de sopa (20g)
65
Leite de búfala
1 copo (240ml)
253
Leite de cabra
1 copo (240ml)
220
Leite de soja
1 copo (240ml)
120
Leite em pó desnatado
2 colheres de sopa (40g)
73
Leite em pó integral
1 colher de sopa (20g)
99
Leite integral
1 copo (240ml)
150
Leite longa vida c/ ferro
1 copo (240ml)
146
Leite semidesnatado
1 copo (240ml)
115
Queijos
Brie
1 fatia (30g)
110
Camembert
1 unidade (50g)
136
Catupiry
1 colher de sopa (20g)
49
Cheddar americano
1 fatia (30g)
107
Cottage Lacreme
2 colheres de sopa (30g)
55
Cream cheese light Danúbio
1 colher de sopa (20g)
38
Cream cheese tradicional Alouette
1 colher de sopa (20g)
70
Edam
1 fatia (30g)
92
Ementhal
1 fatia (30g)
85
Estepe
1 fatia (30g)
52
Gorgonzola
1 porção (30g)
119
Gouda Luna
1 fatia (30g)
107
Gruyère francês
1 porção (25g)
93
Mussarela
1 fatia (15g)
47
Palmira
1 fatia (30g)
114
Parmesão
1 fatia (30g)
121
Pecorino
1 fatia (35g)
128
Petit-Suisse
1 unidade (25g)
45
Polenguinho
1 unidade
57
Prato
1 fatia (15g)
53
Provolone
1 fatia (15g)
51
Queijo-de-minas
1 fatia (30g)
112
Queijo-de-minas semicurado
1 fatia (30g)
90
Queijo-do-reino
1 fatia (30g)
155
Ricota de leite integral
1 fatia (30g)
54
Requeijão cremoso Nestlé
1 colher de sopa (20g)
54
Requeijão cremoso light Nestlé
1 colher de sopa (20g)
36
Roquefort
1 porção (25g)
100
Suíço
1 fatia (30g)
121
Tofú (queijo de soja)
1 porção (50g)
68
Ovos
Omelete
1 porção (100g)
170
Ovo de codorna
1 unidade
33
Ovo de galinha cozido
1 unidade
78
Ovo de galinha frito
1 unidade
108
Ovo mexido
1 porção (100g)
195
Legumes, verduras e grãos
Abóbora
1 porção (100g)
40
Agrião
1 porção (100g)
28
Aipim frito
1 pires de chá (100g)
353
Alface
2 folhas (20g)
4
Amendoim
1 porção (100g)
549
Arroz branco cozido
1 colher de sopa (25g)
41
Arroz integral cozido
1 colher de sopa (20g)
22
Aspargo cozido
2 talos (20g)
4
Azeitona preta
1 unidade (3g)
4
Azeitona verde
1 unidade (4g)
5
Batata-doce assada
1 unidade (100g)
143
Batata-doce frita
1 unidade (100g)
383
Batata palha frita
1 porção (70g)
220
Berinjela
1 unidade (250g)
489
Beterraba
1 pequena (125g)
55
Brócolis
1 pires de chá (80g)
23
Cebola
1 unidade (70g)
32
Cebola cozida
1 unidade (100g)
54
Cenoura
1 unidade (100g)
45
Cenoura cozida
1 unidade (100g)
54
Couve-flor cozida
1 porção (100g)
41
Ervilha em conserva
1 colher de sopa (20g)
19
Escarola
2 folhas (20g)
7
Espinafre
1 pires de chá (100g)
38
Feijão-branco cozido
1 colher de sopa (20g)
24
Feijão cozido e desidratado
1 colher de sopa (20g)
78
Feijão-preto cozido
1 colher de sopa (20g)
14
Mandioca frita
1 pires de chá (100g)
352
Palmito cru
1 pires de chá (100g)
26
Palmito em conserva
1 unidade (100g)
22
Pepino cru com casca
1 unidade (150g)
21
Pepino cru sem casca
1 unidade (150g)
5
Repolho
1 porção (100g)
33
Repolho cozido
1 porção (100g)
13
Tomate cozido
1 unidade (100g)
18
Tomate maduro
1 unidade (100g)
20
Vagem cozida
1 porção (100g)
52
Pães
Baguete
1 fatia grossa
70
Baguete com gergelim
1 fatia grossa
82
Bisnaguinha
1 unidade
45
Brioche
1 unidade
210
Broa de milho
1 unidade
150
Croissant
1 unidade (60g)
247
Panetone
1 fatia (100g)
283
Pão de batata-inglesa
1 unidade (30g)
90
Pão de cará
1 unidade (50g)
140
Pão de centeio integral
1 fatia
58
Pão francês
1 unidade (50g)
135
Pão de fôrma tradicional
1 fatia
74
Pão de hambúrguer
1 unidade (100g)
278
Pão de hot-dog
1 unidade (100g)
286
Pão de mel c/ cobertura de chocolate
1 unidade (20g)
91
Pão de queijo
1 unidade (20g)
68
Pão integral de trigo
1 fatia(100g)
261
Pão sírio integral
1 unidade (50g)
147
Massas e pizzas
Canelone de presunto e queijo à bolonhesa
2 unidades (150g)
552
Capelete de carne
1 xícara de chá (100g)
278
Capelete de frango
1 xícara de chá (100g)
279
Espaguete comum cozido
1 prato (160g)
233
Espaguete ao sugo
1 prato (160g)
163
Lasanha
1 porção (100g)
139
Macarrão à carbonara
1 prato (100g)
362
Macarrão integral cozido
1 prato (160g)
195
Macarrão com molho de tomate e queijo
1 xícara de chá (100g)
104
Macarrão cozido
1 xícara de chá (100g)
154
Macarronada
1 prato
289
Nhoque s/ molho
1 prato (160g)
227
Pizza alho e óleo
1 fatia (140g)
276
Pizza de calabresa
1 fatia (140g)
412
Pizza de catupiry com tomate
1 fatia (140g)
324
Pizza de champignon c/ mussarela
1 fatia (140g)
249
Pizza de escarola c/ mussarela
1 fatia (140g)
246
Pizza de frango com catupiry
1 fatia (140g)
305
Pizza de mussarela
1 fatia (140g)
304
Pizza margherita
1 fatia (140g)
275
Pizza portuguesa
1 fatia (140g)
396
Pizza quatro queijos
1 fatia (140g)
432
Cereais, farinhas e complementos
Aveia em flocos
1 colher de sopa (15g)
50
Corn Flakes
1 prato (110g)
217
Farinha de amendoim
1 colher de sopa (15g)
56
Farinha de arroz
1 colher de sopa (15g)
53
Farinha de aveia-crua
1 colher de sopa (15g)
57
Farinha de batata-doce
1 colher de sopa (15g)
52
Farinha de batata-inglesa
1 colher de sopa (15g)
53
Farinha de fubá de milho
1 colher de sopa (20g)
69
Farinha de mandioca
1 colher de sopa (15g)
54
Farinha de milho integral
1 colher de sopa (15g)
30
Farinha de rosca
1 colher de sopa (15g)
54
Farinha de trigo
1 colher de sopa (15g)
54
Granola com castanhas
1 xícara de chá (60g)
300
Grão de aveia cru
1 colher de sopa (15g)
48
Germe de trigo
1 colher de sopa (15g)
55
Maisena
1 colher de sopa (15g)
52
Malte em pó
1 colher de sopa (15g)
56
Pratos caseiros e produtos industrializados
Arroz com feijão
2 colheres de sopa (40g)
75
Arroz-de-carreteiro
1 colher de sopa (20g)
56
Bife à parmegiana
1 bife
485
Carne de panela
1 bife (100g)
230
Creme de milho c/ leite e maisena
1 colher de sopa (20g)
72
Empadão de frango
1 fatia (100g)
359
Estrogonofe
1 concha
332
Farofa
1 colher de sopa (20g)
169
Feijoada
1 concha
273
Frango xadrez
1 porção
180
Leitão a pururuca
1 porção
966
Moqueca de peixe
1 concha
325
Panqueca
1 unidade (30g)
60
Pimentão assado com carne
1 unidade (200g)
298
Rabada
1 porção
389
Ratatoille
1 colher de sopa (20g)
38
Risoto caseiro
1 colher de sopa (20g)
52
Salada de batata
1 xícara de chá (100g)
147
Sashimi c/ atum namorado, linguado e nabo
1 porção
363
Tabule
1 colher de sopa (20g)
52
Torta de camarão
1 fatia (100g)
310
Vatapá
1 concha
227
Sanduíches
Beirute
1 unidade
510
Cachorro-quente com maionese e molho vinagrete
1 unidade
624
Cachorro-quente com ketchup
1 unidade
314
Cachorro-quente com mostarda
1 unidade
330
Cachorro-quente com ketchup e mostarda
1 unidade
342
Cheeseburguer
1 unidade
305
Cheese salada com maionese
1 unidade
738
Hambúrguer
1 unidade
296
Misto quente
1 unidade
283
Sanduíche de lingüiça
1 unidade
370
Sanduíche de peito de peru
1 unidade
220
Sanduíche de queijo quente
1 unidade
340
Sanduíche de salada de atum
1 unidade
417

FONTE:

quinta-feira, 6 de outubro de 2011



Contra opinião de Temer, a ‘vice-cunhada’ posou nua

Luís Crispino/Divulgação
Karl Kraus (1874-1936) escreveu: “A expressão ‘laços de família’ tem um travo de verdade.”
Sanguíneos ou por afinidade, os 'laços' são variáveis. O 'travo' é imutável. Latente, manifesta-se quando bem entende.
Michel Temer experimenta uma dessas experiências adstringentes que só a família pode proporcionar.
Fernanda Tedeschi, irmã mais nova da vice-primeira-dama Marcela Temer, posou nua para a Playboy.
A nudez da cunhada do vice-presidente da República enfeitará as páginas de uma das próximas edições da revista masculina.
Rendida à lógica que faz da propaganda a alma dos negócios, a Playboy cuidou de servir um “aperitivo” de Fernanda.
Foram à web imagens de uma desinibida 'vice-cunhada'. Numa, de sutiã, ela ostenta trança idêntica à que Marcela Temer (aí à direita) usou no dia da posse do marido.
À época em que surgiram os primeiros indícios de que Fernanda enamorava-se de um contrato com a Playboy, Temer interveio em segredo.
Chegou a dizer a companheiros de PMDB que, com o auxílio da sogra, lograra abortar os cliques indesejados. As fotos lá do alto provam que Temer estava errado.
“No começo, meu cunhado não gostou muito”, segredou Fernanda à Playboy. “Minha mãe ficou brava, minha irmã se surpreendeu.”
Para desassossego de Temer, além de descobrir o valor do próprio corpo, a cunhada farejou uma insuspeitada vocação.
Ex-aeromoça, estudante de direito, Fernanda decidiu ingressar na política. Anuncia a intenção de candidatar-se já nas eleições de 2012.
Almeja uma cadeira de vereadora no município de Paulínia (SP), o mesmo onde Temer conheceu a irmã Marcela.
Presidente licenciado do PMDB federal e mandachuva do PMDB paulista, Temer decerto oferecerá a legenda à cunhada.
Melhor estreitar os laços do que ter de arrostar o travo de ver a “parente” sentando praça num partido qualquer. O PT, por exemplo.
.  
Escrito por Josias de Souza às 22h3

sábado, 1 de outubro de 2011

Irã critica plano de divisão da Palestina

Agência Estado

Qualquer plano que divida o estado palestino é inaceitável, disse o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, mas acrescentou que tal estado pode existir temporariamente como parte do "território liberado". "Qualquer plano que crie dois estados estaria aceitando um estado sionista na terra palestina", acrescentou. Khamenei falou durante a Conferência Internacional sobre a Palestina, enquanto as Nações Unidas continuam estudando o pedido de filiação da Autoridade Palestina.
Ao criticar uma solução de dois estados para Israel e os palestinos, Khamenei acrescentou que o pedido de reconhecimento da Palestina pelas Nações Unidas deve fracassar. Ele disse que os palestinos não devem se limitar a buscar um país com base nas fronteiras pré-1967 - o que implicitamente reconheceria Israel - "porque toda a terra pertence aos palestinos".
Em 23 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU recebeu a pedido de reconhecimento pleno de um estado palestino em meio à veemente oposição de Israel e dos EUA. O presidente palestino Mahmoud Abbas pediu que o Conselho de Segurança reconheça um estado palestino independente na Cisjordânia, Leste de Jerusalém e Faixa de Gaza, áreas capturadas por Israel na guerra de 1967.
Khamenei voltou a chamar Israel de "tumor cancerígeno" e "uma ameaça permanente" à paz no Oriente Médio, como costuma fazer em seus discursos sobre o tema. "Não é preciso dizer que os palestinos, como fizeram em Gaza, vão criar um estado em qualquer terra palestina liberada", disse Khamenei. "Mas o objetivo final é liberar toda a Palestina, do Mediterrâneo ao Mar Morto."
"Não propomos uma guerra convencional pelos países islamitas, nem jogar os judeus ao mar nem arbitragem pelas Nações Unidos ou outros órgãos internacionais", mas um "referendo pelos palestinos", independentemente de religião, mas excluindo os judeus que imigraram, acrescentou.
Em agosto, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad disse que o reconhecimento potencial de um estado palestino pela ONU deveria ser apenas "um passo" em direção "à total liberação". A conferência conta com a presença de parlamentares de cerca de 20 países. As informações são da Dow Jones e da Associated Press

sábado, 6 de agosto de 2011


ENFOQUE SISTÊMICO (SISTEMISMO) - Por Edson Paim & Rosalda Paim


Extraído do Livro "SISTEMAS, AMBIENTE & MECANISMOS DE CONTROLE" - 1a. Edição


ENFOQUE SISTÊMICO (SISTEMISMO)

Edson Paim

Rosalda Paim 


Enfoque sistêmico, abordagem sistêmica, visão sistêmica ou perspectiva sistêmica (Sistemismo) é uma metodologia de caráter abrangente, globalísta, integrativo e sintético, derivada da Teoria Geral dos Sistemas (TGS), de Lwidg Von Bertalanffy1.
O enfoque sistêmico e os termos equivalentes, supra enumerados, correspondem a uma concepção sistêmica do Universo e constitui uma maneira peculiar, abarcante, integralizadora, holística, de perceber, estudar e sintetizar a realidade, bem como, nela intervir.
O Sistemismo é, pois, a metodologia derivada da Teoria Gral dos Sistemas, a qual visualiza o Universo como um sistema, assim como, todos os seus elementos constituintes (subsistemas), também, são vistos como sistemas, apenas de menor amplitude.
Portanto, a realidade inteira e qualquer de suas partes podem ser designadas e estudadas como sistemas.
Este enfoque destaca a idéia de totalidade, globalização, abrangência, integralidade, universalidade, síntese e de inter-relacionamento entre as partes componentes do sistema em estudo
            A metodologia sistêmica, alicerçada na TGS, enfatiza, sobretudo, as relações entre as partes do todo, ressalta os pontos de decisão e o fluxo de informações do sistema, a integração e interação entre os subsistemas e cuida de prover informações necessárias aos processos de cunho controlador e decisório.
O enfoque sistêmico corresponde ao ponto de partida e ao primeiro degrau do processo de elaboração do Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional, também designado como  Ecossistemismo Cibernético Informacional.
Este construto, que constitui o objeto precípuo do presente livro, está descrito nos capítulo X a XII e, corresponde a uma metodologia de maior amplitude que o Sistemismo, quando  este é considerado isoladamente.
O enfoque sistêmico/ecológico/cibernético/informacional, por nós proposto, corresponde à percepção da realidade, através de uma perspectiva de cunho multi (trans) referencial.
Este ponto de vista utiliza, principalmente, fundamentos conceitos, idéias e princípios da Teoria Geral dos Sistemas, da Ecologia, da Cibernética e da Teoria de Informação, mas é acrescido de conhecimentos hauridos em outros ramos do saber.           
O Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional possibilita o exame, simultâneo, do sistema considerado e do ambiente, em que o mesmo esteja inserido, envolvendo também, as necessárias e obrigatórias relações de trocas entre ambos, perspectiva que possibilita um melhor conhecimento do próprio sistema, face às influências recíprocas ocorrentes, contínua e permanentemente, entre eles.
O enfoque sistêmico/ecológico/cibernético/nformacional  considera que, tanto o sistema quanto o ambiente, para conservar suas condições equilíbrio ou homeostasia, necessita efetivar  constantes reajustes, mediante a ação de mecanismos cibernéticos de retroação ou retroalimentação (“feedback”).
Abordaremos, a seguir, cada um dos quatro componentes do Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional.
No presente capítulo trataremos do Enfoque Sistêmico ou metodologia sistêmica, cujo fundamento é a Teoria Geral dos Sistemas.
            Inicialmente, concedemos a palavra Mário Chaves2: “como conseqüência do crescente volume de conhecimentos e da necessidade do uso de métodos e aparelhos cada vez mais complicados, para a indagação da natureza, o cientista se especializa, a ciência se divide e subdivide. Dos três grandes ramos: ciências físicas, biológicas e sociais surgiram várias ciências componentes: a física, a química, a geologia, a biologia, a psicologia, a sociologia etc. As ciências componentes se subdividiram. As resultantes se tornaram a subdividir. Ou agruparam-se umas com as outras: a físico-química, a bioquímica, a psicologia social, a economia política. O especialista se especializa: o bioquímico de esteróides, o fisiologista renal, etc. Análise  e síntese  caminham sempre juntas. O progresso da análise cria a necessidade da síntese. Assim também o avanço do especialismo na ciência gerou a  necessidade de teorias holísticas, abrangendo todas as ciências, isto é, englobando todas  as  ciências. Uma das tais  ciências é a “teoria geral dos sistemas”, proposta por Bertalanffy, como doutrina  universal de integração (wholeness) e organização. Buscou Bertalanffy, um biólogo, analisar o que as várias ciências têm em comum, a fim de encontrar princípios gerais aplicáveis a todas. Observou ele que certas relações como as expressas pela curva exponencial, pela lei dos dividendos decrescentes, são universais, aplicáveis na explicação de fatos do mundo físico, do mundo biológico e do mundo social. Com pequena anterioridade sobre Bertalanffy, um matemático, Wiener, havia também desenvolvido uma ciência de ciências, a Cibernética, destinada a explicar o problema de controle e comunicações na máquina, no homem e na sociedade”.
A Teoria Geral dos Sistemas (TGS) surgiu como uma teoria de abrangência, de globalização, de totalidade, de síntese, de integração, de universalidade.
A abordagem de qualquer aspecto da realidade sob o prisma da TGS constitui o enfoque sistêmico (Sistemismo), o qual empresta seus atributos ao Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional (Capítulos X a XII), bem como à Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem.    
Roberto Mangabeira Unger3 ao se referir à unificação das ciências, e particularmente, à unidade das ciências culturais, expressa: “duas concepções foram pressupostas: uma, a da ciência cultural, outra, a da unidade de todas as ciências culturais. Se aqui se fala em ciências da cultura, é que só o conceito do cultural pode fundamentar a unidade das ciências humanas, revelando-lhes a natureza específica. ...Temos paralelamente, insistido na unidade das ciências culturais. Esta unidade se apresenta tanto como um ideal, quanto como realidade em surgimento. Como ideal, ela radica numa exigência geral da unificação progressiva da visão científica do mundo e, noutra específica que resulta da própria unidade do fenômeno cultural como fenômeno de valor. Mas a unidade cultural já é,  …uma realidade em vir-a-ser.”    
            A Teoria Geral dos Sistemas corresponde a um esforço no sentido da integração das ciências em um corpo de doutrina unitária, comum e coerente, a qual almeja se tornar uma ciência das ciências e, mesmo, a ciência das ciências.
Esta teoria já foi considerada por alguns autores como tal, contribuindo no sentido da concretização do sonho de Descartes sobre a unicidade da ciência. 
Um problema fundamental da ciência contemporânea é o da teoria geral da organização.
“Em principio, a teoria geral dos sistemas é capaz de dar definições exatas desses conceitos e, nos casos adequados, submetê-los à análise quantitativa. Chaves4”.
       A influência da Teoria Geral dos Sistemas - uma meta-teoria - e do enfoque sistêmico é, atualmente, muito generalizada.
No que refere às inter-relações, a própria definição de Teoria (segundo Th. & Th.)5 se harmoniza com ela, como se vê: “Teoria é o conjunto de princípios e definições inter-relacionadas que servem conceitualmente, para organizar, de um modo sistemático, aspectos relacionados do mundo empírico".
Tal definição enfatiza a idéias de conjunto, de relação, de sistematização, capaz de constituir, sem dúvida, uma definição sistêmica de teoria, tornando evidente que o conceito de teoria corresponde, sobretudo, ao de um sistema teórico. 
          O grande poder de síntese da Teoria Geral dos Sistemas se evidencia, ao permitir o relacionamento de tudo que existe no Universo em, apenas, quatro linhas de sistema: 
- um sistema físico que vai do átomo ao Universo físico;
- um sistema biológico - desde o vírus até ao homem;
- um sistema social - a partir da família até a sociedade planetária. 
- um sistema tecnológico - iniciando com a flecha (ou outro instrumento ainda mais primitivo) até se chegar ao computador, foi como proposto por Bertalanffy, mas nós podemos substituir este termo por uma das expressões: complexas usinas computadorizadas ou mesmo, por engenhos espaciais;
    Com fundamento nesta síntese, é possível abordarmos,  através de uma perspectiva sistêmica da Ecologia, o próprio ambiente - este também um sistema - o qual circunda uma pessoa - sistema humano - ou quaisquer outras modalidades de sistema. 
       Igualmente a qualquer outro tipo de sistema, o ambiente (sistema ambiental ou ecossistema) é constituído por subsistemas.
Podemos, então, considerar o ambiente como integrado por elementos de cada uma das quatro linhas de sistemas, antes referidas.
Destarte, o ambiente (ecossistema), abordado através de uma perspectiva sistêmica, pode ser considerado como sendo formado pelo somatório dos seus subsistemas, cujos componentes são natureza  física,  biológica, tecnológica e social.
O ambiente inclui o homem, tanto na posição de observador (sujeito), como na de objeto de estudo, percebido em sua dimensão física, estática, espacial, sistêmica (corpo), bem como, na sua organização estrutural (organísmica, anatômica, histológica e química) e, considerado em seu aspecto energético, dinâmico (de movimento) ou funcional (fisiológico), isto é, em sua natureza biofísica/ bioquímica.
A seguir, apresentaremos algumas definições de sistema:
          Sistema é um todo complexo e organizado; uma reunião de coisas ou partes formando um todo unitário e complexo6”.               
           “O todo é algo mais que o simples somatório das partes, pois envolve, necessariamente, todas as relações entre seus componentes7".
Uma característica fundamental dos sistemas é a relação existente entre suas partes constituintes, possuindo aspectos que não são inerentes a cada um dos componentes, quando forem considerados isoladamente.
O todo é, portanto, constituído das partes integrantes do sistema, com o acréscimo das relações existentes entre elas.
O sistema corresponde a um todo complexo, organizado e inter-relacionado que é, também, algo mais que o mero somatório dos seus elementos constituintes, devendo englobar, sobretudo, as relações existentes entre todos os seus componentes.
        Sistema es algo que se distingue del ambiente o de sus alrededores, que está fuera de equilibrio y que reconocemos como distinto del ambiente. Son ejemplos de sistemas, los átomos, los elementos, los compuestos orgánicos, los compuestos inorgánicos, las células, los organismos pluricelulares, la sociedad de los seres humanos, los planetas,  el sistema solar, las galaxias  y el Universo.8”
     “Um sistema é um conjunto de objetos junto com as relações entre os objetos e seus atributos. 9”
     “La naturaleza puede estudiarse por medio de nuestra elección arbitraria de cualquier porción de materia de universo; esto le llamamos un sistema. Un sistema cualquier más sus alrededores, es igual a la totalidad del universo.10”
 
            Sistema é “qualquer agregado reconhecível e delimitado de elementos distintos que estejam de alguma forma interligados e interdependentes e que continuem a operar juntos de acordo com certas leis e de tal forma a produzir algum efeito total característico. Um sistema, em outras palavras, é algo relacionado com algum tipo de atividade e dotado de uma certa integração ou unidade; um sistema particular pode ser reconhecido como distinto de outros sistemas com os quais, no entanto, pode estar dinamicamente relacionado. Os sistemas podem ser complexos, podem estar formados por subsistemas interdependentes, os quais, por sua vez, embora com menos autonomia do que o agregado total, podem ser diretamente distinguidos durante as operações11”. 
           A idéia de sistema dá uma conotação de plano, método, ordem, arranjo. O antônimo de sistema é caos. O conceito de sistema involucra o de lei e o de efeito, de resultado. O conceito de sistema é, por conseguinte, um conceito dinâmico12.
A noção de sistema, além expressar a idéia de totalidade, encerra a de processo, de movimento e de mudança, aspectos estes que a Teoria Geral dos Sistemas compartilha com a Cibernética e com a própria Dialética
A Cibernética, em face de abrigar, no seu bojo, a idéia de movimento, de processo e de mudança e, por ser integrante da Teoria Geral dos Sistemas, pode potencializar as características dinâmicas desta ciência, mormente, por compartilhar com a ela o seu mecanismo de regulação e controle (“feedback”), o qual    constitui um dos seus apanágios.
A Cibernética, ao emprestar ao Sistemismo tal atributo, amplia o campo de ação, a fecundidade e a característica dialética da TGS, como veremos em capítulos seguintes.
Os sistemas cibernéticos são sistemas abertos, dotados de dispositivos automáticos de regulação ou de retroalimentação (“feedback”), reajustando-se às circunstâncias, por intermédio  desse mecanismo.
Um sistema aberto é aquele que tem interação com seu ecossistema.
Excetuado o Universo, o qual corrresponde a um sistema fechado, todos os sistemas, nele existentes, são abertos, uma vez que, através e, entre eles, circulam fluxos de matéria, energia e informações. 
A interação entre o sistema e o seu ambiente é efetuada através de trocas. 
Estes intercâmbios podem ser sintetizados como “trocas de matéria, energia e informações”.
“Embora a palavra sistema tenha sido definida de muitas maneiras, todos os definidores estão de acordo que um sistema é um conjunto de partes coordenadas para realizar um conjunto de finalidades. Um animal, por exemplo, é um sistema, maravilhosamente construído, com muitas partes diferentes que contribuem de várias maneiras para a sustentação de sua vida, para seu tipo reprodutivo e suas atividades.13
Um sistema corresponde à idéia de conjunto de partes, de inter-relações e de interdependência destas, além de encerrar um objetivo, propósito, finalidade.
“Os sistemas são constituídos de conjuntos de componentes que atuam juntos na execução do objetivo global”. O enfoque sistêmico é simplesmente um modo de pensar a respeito dos sistemas totais e seus componentes. Todo ser vivo pode ser considerado como um sistema. A característica vida nos permite colocá-lo na linha dos sistemas biológicos. A vida está inserida num meio físico, num meio não vida, a natureza. Um organismo vivo, como sistema biológico, está inscrito num sistema maior, o ecossistema. O ser vive em função do ecossistema e, enquanto as condições deste permitirem a sobrevivência do ser. Ultrapassadas  as condições, o ser morre e sua substância passa a integrar a natureza do ecossistema. O fenômeno vida de um ser é, pois um episódio temporário no ecossistema. …Nos sistemas mais complexos, a diferenciação filogenética, operando em uma dimensão de milhões de anos, produziu sistemas orgânicos de extrema complexidade, com uma grande divisão de trabalho entre subsistemas, tal como o que se pode observar nas espécies animais atuais.14
Todo sistema é formado por um conjunto de subsistemas, os quais, por sua vez, são constituídos por um agregado de sub/subsistemas.
Um sistema, da mesma natureza e de maior amplitude, no qual o sistema em estudo está contido, é o seu metassistema.
            “Um sistema (todo) é composto de elementos (partes). Ao conceber um sistema, entretanto, é necessário incluir mais atributos: o conjunto de relações que ligam entre si os elementos do sistema, e o conjunto de atividades desses elementos. Isto porque é importante que se tenha em mente que um sistema implica a existência de um processo operacional global, e não meramente uma coleção de partes ou elementos justapostos de uma maneira qualquer. Portanto, a consideração de um sistema implica, sempre (e simultaneamente), a consideração de três conjuntos: o conjunto de elementos que compõem o sistema, o conjunto de relações desses elementos entre si e o conjunto de suas atividades (efetivas ou potenciais)15”. 
                Igualmente à Teoria Geral dos Sistemas, também o Estruturalismo enfatiza a idéia de sistema e a de relações entre os elementos integrantes de uma estrutura, havendo, portanto, um parentesco próximo entre este e o Sistemismo.
            A avaliação dos resultados possibilita o controle ou reajuste do sistema, bem como do respectivo processo, através do mecanismo de retroação (“feedback”), atributo fundamental da Cibernética, mediante o concurso da Teoria da Informação, sobretudo, porque na ausência de informações, é impossível a existência de mecanismos de controle. 
             “Constantemente é a teoria dos sistemas identificada com a cibernética e a teoria do controle, o que é incorreto. A cibernética, enquanto teoria dos mecanismos de controle na tecnologia e na natureza, fundamentada nos conceitos de informação e retroação, é simplesmente uma parte da teoria geral dos sistemas. Os sistemas cibernéticos representam um caso particular, embora importante, dos sistemas que apresentam auto regulação16”.   
"A retroação é a volta do efeito (saída) sobre a causa (entrada). Se os resultados não são condizentes com os esperados, isto é, se não satisfazem os propósitos do sistema, os mecanismos  de retroação (“feedback”) acionam determinados controles (humanos ou físicos), para reajustamento do sistema.17 
“Todo processo de avaliação deve de ser contínuo, e os critérios, nos quais se fundamenta, são fixados nos propósitos, para possibilitar a aferição da efetividade ou eficácia com que os resultados alcançados satisfazem aos propósitos do sistema. A retroação negativa (“feedback”), de um modo geral, permite conservar certas variáveis, dentro de determinados limites, constituindo o principal dispositivo a serviço da homeostasia. Representa uma retroação reguladora e conservadora da estrutura existente. Qualquer grandeza pode ser submetida ao controle se três condições forem satisfeitas. Primeiramente, necessitamos de um órgão regulador, capaz de processar as mudanças necessárias. A seguir, a grandeza a ser controlada, precisa ser mensurável, ou pelo menos comparável a um padrão, ou seja, necessita haver um dispositivo medidor. Finalmente, a regulação e a medição precisam ser suficientemente rápidas. A regulação pelo "feedback" pressupõe que o sistema tenha uma meta que será determinada pela configuração de suas variáveis internas em relação às variáveis externas. A grandeza a ser regulada pode ser desde a entrada de vapor numa caldeira até o grau de anestesia de um paciente numa operação cirúrgica. 18”   
Processo consiste na dinâmica, funcionamento do sistema considerado ou, o conjunto de procedimentos cuja finalidade é a consecução dos propósitos ou metas de um sistema ou, de cada um dos seus subsistemas que o constituem.
Conseqüentemente, o processo corresponde à “fisiologia” do Sistema.
            Os aspectos centrais de um sistema são: Propósitos (ou goals), conteúdos e processos.
Um sistema pode ser identificado a partir dos seus propósitos, ou seja, do que se pretenda realizar.
          Exemplificando com o caso do sistema de saúde e/ou seu subsistema de enfermagem, seria plausível afirmarmos que os propósitos de ambos é a busca de maior eficiência e eficácia na assistência integral à saúde do paciente (cliente), à família, à comunidade e a sociedade.
           A análise dos Propósitos é capaz de nos permitir derivar Conteúdos (componentes) essenciais que, integrados por meio de Processos, possam contribuir para a obtenção dos Propósitos.
           Conteúdos de um sistema de saúde e/ou de enfermagem e, dos demais sistemas, seriam entre outros, recursos, teorias e procedimentos, passíveis de contribuírem, em diferentes níveis, para os Propósitos do Sistema.
Por outro lado, um sistema de saúde ou de enfermagem se reporta às interações e combinações entre os vários Conteúdos utilizados para atingir os seus Propósitos.
            Um sistema é constituído de subdivisões ou subsistemas, com Propósitos, conteúdos e processos próprios ou comuns ao sistema, cujos resultados são essenciais para o propósito do sistema, como um todo.
Analogamente, a idéia de supra-sistema (metassistema) é aplicável ao contexto capaz de englobar os propósitos comuns e interdependentes de vários sistemas.
            Entradas (inputs) correspondem aos elementos que entram na composição de um sistema.
Conteúdos (componentes) representam, apenas, um tipo de input (entrada).
Saída (output) são os resultados.
A avaliação dos resultados possibilita o controle ou reajuste do sistema, realizado através do mecanismo cibernético de retroação, retroalimentação ou alça cibernética (“feedback”).
Um problema fundamental da ciência contemporânea é o da organização. Em princípio a teoria geral dos sistemas é capaz de dar definições exatas desse todo complexo e, nos casos adequados, submetê-los à análise quantitativa. 19.
Existem modelos, princípios e leis aplicáveis a sistemas generalizados ou a suas subclasses, qualquer que seja seu tipo particular, a natureza dos seus elementos constituintes, incluindo as relações ou forças que neles interagem.
                 “... podemos esboçar cinco considerações básicas que o cientista julga deverem ser conservadas no espírito quando se pensa sobre o significado de um sistema:
1) Os objetivos totais do sistema e, mais especificamente, as medidas de rendimento do sistema inteiro;
2) O ambiente do sistema: as coações fixas;
3) Os recursos do sistema;
4) Os componentes do sistema, suas atividades, finalidades e medidas de rendimento;
5)    A administração do sistema. 20”
“As vantagens e características do enfoque sistêmico são:
a) Permite a análise de sistemas complexos, empregando o método científico para integrar os diversos fatores envolvidos nas decisões ou soluções.
a)    Postula que um sistema só pode ser estudado e entendido em suas relações.
b)    Enfatiza relações entre componentes dentro e fora do sistema.
c)    Integra subsistemas por meio de conexões funcionais, tendo em vista os objetivos finais do sistema. Analisa-os em termos de inputs e outputs, e quantifica-os sempre que possível.
d)    Geralmente, utiliza os seguintes passos, em seu desenvolvimento:
Determinação de necessidades ou “goals” para o sistema.
Determinação de prioridades, dentre os componentes, em função dos “goals”.
Formulação de um modelo para relacionar elementos em função de “goals” (geralmente são modelos quantitativos).
Avaliação dos elementos e seleção das combinações mais plausíveis.
 Implementação do modelo proposto.
Administração, controle e revisão da operação do sistema.
Pesquisa, desenvolvimento e inovação contínua do sistema, em face das necessidades internas ou novos “goals” ou pressões externas21”.
O objetivo da teoria geral dos sistemas é a formulação de princípios que sejam válidos para os “sistemas” em geral, independentemente, da natureza dos elementos componentes e das relações ou “forças” existentes entre eles. É, conseqüentemente, uma ciência geral da “totalidade”.      
“Os principais propósitos da teoria geral dos sistemas são”:
l.      Há uma tendência geral no sentido da integração das várias ciências, naturais e sociais.
2.     Esta integração parece centralizar-se numa teoria geral dos sistemas.
3.    Esta teoria pode ser um importante meio para alcançar uma teoria exata nos campos não físicos da ciência.
4.   Desenvolvendo princípios unificadores que atravessam “verticalmente” o universo das ciências individuais, esta teoria aproxima-nos da meta da unidade da ciência.
5.     Isto pode conduzir à integração muito necessária na educação científica. 21”
O Sistemismo, além enfatizar as relações entre as partes do todo, inclui a idéia de totalidade, estabelecendo um ponto de contato com o Gestaltismo (Teoria da Forma).
Esta postura se contrapõe ao fragmentarismo da Psicologia Psicofísica, consubstanciado na tendência de resolver fatos de consciência por meio de elementos últimos (as sensações, as emoções elementares e os reflexos ou instintos elementares) e, explicar os fenômenos mais complexos mediante a combinação de tais elementos (atomismo e associacionismo).
O Gestaltismo, Psicologia da Forma ou Psicologia  Gestáltica assesta todas as suas baterias sobre um dos princípios reducionistas da Psicofísica - o atomismo e o associacionismo (características fundamentais, extraídas do empirismo inglês).
Assume o Gestaltismo, em conseqüência, um ponto de vista simetricamente oposto, que consiste em postular que o fato fundamental da consciência não é o elemento, mas a forma total, uma vez que esta é irredutível ao somatório ou a combinação dos elementos constituintes.
O Gestaltismo postula que um dos princípios
    O Estruturalismo, igualmente ao Sistemismo, analisa as estruturas, as relações e as funções dos elementos constituintes dos sistemas.
O estruturalismo é mais empregado para a abordagem da linguagem e das práticas culturais, dos textos literários e dos contos folclóricos.
Compreende-se como Estruturalismo, todo método, modo de pensar, processo de análise ou pesquisa, utilizado em qualquer campo, principalmente nas ciências humanas, o qual faça uso do conceito de estrutura.
“O termo estrutura alia-se, em sua importância crescente, (através dos conceitos de totalidade, sistema, forma, organismo) aos trabalhos germinais do método e da análise estrutural… O termo estrutura vem do latim structura, derivado do verbo struere que quer dizer construir”. Sua concepção original é arquitetural.
A visão estruturalista foi introduzida na Antropologia por Radcliffe-Brown25 (1950) e difundido na Antropologia moderna por Lévi-Strauss, tendo havido tentativas no sentido de estendê-lo a todas as ciências humanas.
“A abordagem estruturalista é antiga em Antropologia, mas um verdadeiro impulso se deve a Claude Levi - Strauss26:  O estruturalista pensa, fala, analisa e opera estruturalmente.
 “É lá pelo século XVII que seu uso cresce, e num duplo sentido, isto é, no sentido do corpo do homem, visto agora como uma construção e nas realizações deste homem, particularmente a  língua - o discurso, o poema, etc. …É este sentido de conjunto, das partes do conjunto e das relações entre estas partes que ele passou a ter para os anatomistas e gramáticos. São estes últimos que o transportam, significativamente, ao século XIX, isto é, medeiam sua passagem aos que se dedicavam às ciências da natureza e às ciências do homem. É aqui que se encontram Spencer, Morgan e Marx… Com Spencer, diz Bastide, assistimos  o caminho que faz o termo da biologia à sociologia. Ainda que estejam distinguidos em Spencer, o “organismo social” do organismo biológico, o termo “estruturas sociais”, tem aqui origem na biologia. Outro caminho, que tem aqui sua origem é o que vai de Durkhein a Radcliffe-Brown, e para este existe a analogia entre estrutura orgânica e estrutura social. Opondo-se a esta linha naturalista “e mais ou menos na mesma época que Spencer, Morgan abre uma corrente que nos leva a Levi-Strauss” (Bastide). …Morgan não fala propriamente em “estrutura” mas em sistemas de parentesco, tanto quanto Saussure - origem do método estrutural - que somente utiliza o termo “sistema” e jamais o de estrutura. 27
Roger Bastide28 reconhece que “o Estruturalismo tem obrigado as ciências sociais a repensarem as suas bases. Em algumas ciências e saberes já constituídos - Psicanálise, Psicologia, Antropologia, Economia, Política, Crítica Literária e outras - os estruturalistas constituíram e constituem nova perspectiva de encará-los, enquanto em outras atividades do homem fizeram e fazem ciência lá onde ela ainda não existia”.
Desde Saussure29, tornou-se banal dizer que, fora de sua estruturação na linguagem, “as idéias", a totalidade das coisas pensáveis, não passam de uma "uma massa amorfa e indistinta".
Deve-se acrescentar que um pressuposto estruturalista está assim formulado: “a significação não se deposita no elemento ou no fato, mas sim nas relações que estabelece. 30
Desta maneira, a ênfase, o realce das relações, oposições e diferenças nos conduzem, de imediato, ao campo do sistema.
O Estruturalismo procura objetivar os processos de significação, constituindo-os em sistemas, para o que se torna fundamental a conversão dos fatos em signos, de vez que tanto os sistemas quanto as estruturas a que eles remetem se referem a uma realidade construída, mas não a uma realidade de fato.
O Estruturalismo, em sua exigência mais geral, tende a interpretar um tipo específico de indagação, em termos de sistema, e também a mostrar que os diversos sistemas específicos, como se verificam em diferentes campos (como antropologia, economia, lingüística) correspondem-se ou têm características análogas.
Segundo Levi-Strauss31, uma mesma estrutura pode ser encontrada em três níveis da sociedade: no sentido de que as normas de parentesco e de casamento servem para assegurar a comunicação das mulheres entre os grupos, igualmente como os postulados econômicos se prestam para assegurar a comunicação dos bens e dos serviços, enquanto que as regras lingüísticas se destinam à garantia da comunicação de mensagens.
Estes três tipos comunicação poderiam ser sintetizados e traduzidos, em linguagem do Sistemismo, como processos de  trocas ou intercâmbio de matéria, energia e informações entre sistemas ou entre estes e o ambiente respectivo.
Os referidos fatos aproximam, também, o Estruturalismo da Teoria da Informação.
O Estruturalismo é, sobretudo, “uma nova maneira de colocar e explorar os problemas nas ciências que tratam do signo, uma maneira que teve seu ponto de partida na linguagem saussuriana32”.
            O Estruturalismo, não constituiria uma teoria nem um método, representando, na realidade, apenas uma perspectiva epistemológica.
            Parte da premissa de que qualquer conceito de um sistema é destituído de significado por si próprio, sendo determinado em função de todos os demais conceitos do referido sistema.
            O significado dependeria, sobretudo, do contexto.
            Daí decorre a importância da adoção da estratégia de introduzirmos a Ecologia no Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional, permitindo a extensão do estudo dos sistemas, para incluir, nele, a abordagem, simultânea, do ambiente que o envolve, ou seja, do seu contexto ambiental.  
O Estruturalismo manifesta sua oposição a três frentes: Historicismo, Idealismo e Humanismo.
O Historicismo, por constituir, substancialmente, uma consideração longitudinal da realidade, que interpreta essa mesma realidade em termos de devir, desenvolvimento e progresso, recebe críticas do Estruturalismo, que postula o primado da concepção transversal (cross-section), ou seja, da concepção que considera a realidade como um sistema relativamente constante, uniforme, de relações.
O Estruturalismo não considera, entretanto, o sistema como estático ou imóvel, admitindo ainda, o estudo diacrônico, paralelamente ao sincrônico, mas aquele fica subordinado a este, entendendo as mudanças temporais, apenas, como transformações nas relações constitutivas de determinado sistema ou como meras oscilações dessas transformações, de acordo com estritos limites, estabelecidos pelo próprio sistema.
            Com relação ao Idealismo, o Estruturalismo afirma a objetividade dos sistemas de relações, os quais, ainda quando concebidos como modelos conceituais, isto é, como construções científicas, não se reduzem a um ato ou função subjetiva, mas tem como sua função fundamental a explicação do maior número de fatos constatados.
Com referência ao Humanismo, o Estruturalismo prioriza o sistema em relação ao homem, das estruturas sociais em contraposição às escolhas individuais, da língua em relação ao falante individual e, em geral, da organização econômica ou política em relação às atitudes individuais.
Sapir33 escreveu: Para nós, as línguas são mais que sistema de comunicação intelectual. São hábitos invisíveis que envolvem nosso espírito e predeterminam a forma de todas as suas expressões simbólicas. Segundo Althusser34, a estrutura global da sociedade determina todas as suas manifestações do mesmo modo que a substancia de Spinoza35 determina todos os seus modos. Esse determinismo é uma conseqüência da interpretação realista do conceito de estrutura, não se encontrando em sua interpretação como modelo ou construto hipotético, passível de interpretações diferentes. Contudo, como o historicismo, idealismo e humanismo indeterminista foram os traços característicos do clima idealista da primeira metade do século XX, o Estruturalismo, em suas várias formas, denuncia o dissolver-se desse clima na cultura contemporânea.
O Estruturalismo corresponde a uma posição científica aplicável, contemporaneamente, a todo e qualquer campo do conhecimento humano.
Entende o estruturalista haver uma inter-relação entre os dados, fatos e pressupostos filosóficos, ao invés de apenas uma dependência unilateral.
            Em muitos aspectos, o Gestaltismo, o Estruturalismo e o Sistemismo se aproximam, mas este se apresenta com maior amplitude, maior alcance, que os outros dois, até pela capacidade de englobá-los, haurindo e incorporando os atributos destes.
            Esta supremacia se torna, ainda, mais evidente, quando se considera a Cibernética como parte da Teoria Geral dos Sistemas e a Teoria da Informação como integrante da Cibernética.    
Mercê desta ótica, se acentua a presença da característica  de movimento, de dinâmica, de processo, de funcionamento, de “fisiologia” dos sistemas, fato que aproxima o Sistemismo do Funcionalismo. 
            O Funcionalismo, cujo parentesco com o Sistemismo é notório, sobretudo por se referir às funções ou operações dos organismos vivos, expressa perfeitamente as características dinâmicas e funcionais dos sistemas, isto é, a sua “fisiologia”.
            O Funcionalismo e o Sistemismo têm sido considerados, por alguns autores, como sendo duas metodologias associadas e complementares, as quais costumam ser designadas, em conjunto, como Sistemismo/Funcionalismo.
            Os conceitos de totalidade, abrangência, globalidade, integração, síntese, universalidade e de relações entre as partes do todo são conteúdos, suficientemente claros, no contexto da  Teoria Geral dos Sistemas, constituindo mesmo, seu apanágio,  reforçados pelo parentesco com as disciplinas referidas.     
            Em razão de sua maior abrangência, é possível afirmar que o Sistemismo supera todas estas correntes de pensamento, o que o torna capaz de abarcar muitos dos conceitos daquelas disciplinas, isto quando não lhe sejam contraditórios.
            Esta assertiva pode ser confirmada quando comparamos o Sistemismo com tais correntes do pensamento científico, uma vez que aquele é de natureza mais abarcante, mais abrangente, tendo, maior poder de síntese, constituindo-se, desta forma, em um continente, capaz de englobá-las como seus conteúdos.
            Ademais, a TGS pode ser considerada como possuidora de “ganchos”, passíveis de fixar, não só os ramos referidos, mas também outros setores do conhecimento científico.
Ademais, a TGS pode ser considerada como possuidora de “ganchos”, passíveis de fixar, não só os ramos referidos, mas também outros setores do conhecimento científico.
            Em virtude dessas semelhanças e confluências, é evidente e inegável a existência de uma ruptura das fronteiras conceituais no que tange ao Gestaltismo (Teoria da Forma), Estruturalismo, Funcionalismo e Sistemismo.
            De maior abrangência, ainda, se transforma o Sistemismo, quando considerarmos os três primeiros, juntamente com a Cibernética e a Teoria da Informação, como complementares ou integrantes desta metodologia.
            O Funcionalismo ou Psicologia Funcional representa uma das correntes fundamentais da Psicologia.
            Ele considera que o objeto da Psicologia não é um fato de consciência, mas que consiste em funções ou operações do organismo vivo, as quais se constituem como unidades mínimas indivisíveis e, através delas o organismo estabelece relações com o ambiente.
            É de se ressaltar a impossibilidade de se considerar os elementos de uma determinada função como entidades autônomas e independentes das relações de que participam.
           O Funcionalismo teve início com uma obra de Dewey, na qual este afirmara categoricamente que o arco reflexo não poderia ser dividido em estímulo e resposta, mas deveria ser considerado como uma unidade, em que o estímulo e a resposta, considerados em seu conjunto, são capazes de auferir  significado.
           O Funcionalismo tem em comum com o Gestaltismo o mérito do abandono do terceiro princípio da Psicofísica que consiste no atomismo e no associacionismo.
           A principal novidade do Funcionalismo é o probabilismo, o qual consiste em negar aos procedimentos da ciência, mas também, a todas as funções cognitivas humanas (inclusive a percepção imediata), o caráter de certeza e infalibilidade e, em atribuir a todas essas funções a possibilidade de atingirem uma validade, apenas, provável.
           Em razão de tal probabilismo, o Funcionalismo foi capaz de introduzir a Psicologia no campo das idéias fundamentais da ciência contemporânea, com a adoção do paradigma imposto pela física moderna, em substituição ao modelo mecanicista da física clássica
           Mercê do seu parentesco com as disciplinas referidas, a abrangência da TGS e, conseqüentemente, a metodologia dela derivada, o Sistemismo, se tornam, não apenas, ampliada, mas reforçados os seus conteúdos, face às virtuosidades dos atributos das referidas ciências.
           Não obstante a Teoria Geral dos Sistemas (Sistemismo)  avocar para si o papel de uma ciência da totalidade, globalidade, abrangência e de síntese, a par da buscar se tornar uma ciência das ciências ou, até mesmo, a ciência das ciências, é possível constatar que essa metodologia se apresenta, ainda, prenhe de certo reducionismo.
           Verifica-se que, não poucas vezes, estudos realizados, pretensamente, através da abordagem sistêmica, apresentam, ainda, um viés fragmentário, limitativo, porquanto dissociados do exame das condições reinantes no seio do ambiente do sistema, desconsiderando, portanto, os reflexos recíprocos que ocorrem entre um e outro, os quais, sempre, se afetam mutuamente.
            Isto tem suas raízes no fato de que, no Sistemismo clássico, os fundamentos, idéias, conceitos e princípios, apesar de amplos, nele não está, ainda, suficientemente explícita a exigência de que o estudo abarque, também, o ambiente em que tal sistema está inserido, só o fazendo de forma implícita.
            Em suma, qualquer trabalho que não inclua a abordagem do ambiente do sistema em estudo será considerado limitativo,  fragmentário, reducionista, insuficiente, tendo em vista a não inclusão dos reflexos dos obrigatórios intercâmbios (de matéria, energia e informações), ocorrentes entre ambos, que resultam em ações e interações recíprocas, afetando-os, mutuamente.
            No capítulo III, cuidaremos de sanar estas deficiências, estas lacunas da Teoria Geral dos Sistemas (Sistemismo), quando utilizada, sem o concurso de outras disciplinas.

            Com base no Enfoque Sistêmico, formulamos o:

Princípio do Universo Sistêmico


            A Teoria Geral dos Sistemas, através de seu conceito de organização sistêmica dos seres vivos (Sistema Biológico), dos seres brutos (Sistema Físico), das associações humanas (Sistema Social) e, dos instrumentos (Sistema Tecnológico), postula a idéia da existência de um Universo sistêmico, ponto de partida e alicerce fundamental do Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional.
Este princípio está baseado na abrangência da TGS e, conseqüentemente, na do Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional que a incorporou, o qual pode abrigar, no seu bojo, desde o átomo até o nosso sistema planetário ou, ou mesmo, até o próprio Universo inteiro.
 O poder de síntese das duas metodologias referidas permite relacionar, - é preciso repetir, - tudo que no Universo existe, em apenas, quatro linhas de  sistema: 

- um sistema físico que vai do átomo ao universo físico;
- um sistema biológico - compreendendo desde o vírus até ao próprio homem;
- um sistema social - a partir da família até alcançar a sociedade planetária e,
            - um sistema tecnológico - iniciando com a flecha (ou outro instrumento, ainda mais primitivo), para se chegar ao computador, ou mesmo, aos complexos engenhos espaciais.

            Por ser integrante do Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional, o Princípio do Universo Sistêmico constará, também do Capíulo XI, juntamente com os demais que o constituem.


Todos os direitos reservados aos autores
copyright Ó by Edson N. Paim e Rosalda C.N. Paim

Diagramação: Marcos A. de Oliveira
Técnico em Informática

Dados Internacionais de catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

            Paim, Edson N.
            Paim, Rosalda C. N.
Sistemas, Ambiente & Mecanismos de Controle - Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional
/  Edson N. Paim,  Rosalda Paim
                        Organização: Marcos Antônio de Oliveira  - Lambari (MG)      
           Impressão: Gráfica Sul Mineira Ltda, 2009. 282 p.

1 - Sistemas, Ambiente & Mecanismos de Controle - Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional

                 Editora
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Entropia - Por Luiz Molina Luz

Entropia

Por Luiz Molina Luz
 
Para medir o grau de desordem de um sistema, foi definida a grandeza termodinâmica entropia, representada pela letra S
 
Quanto maior a desordem de um sistema, maior a sua entropia.
 
O mínimo de entropia possível corresponde à situação em que átomos de uma substância estariam perfeitamente ordenados em uma estrutura cristalina perfeita. Essa situação deve ocorrer, teoricamente, a 0 K (zero absoluto). Em outras temperaturas, a entropia de uma substância deve ser diferente de zero. Quanto maior a temperatura de uma substância, maior o movimento das suas partículas, mais desorganizada ela está e, portanto, maior a sua entropia.

A entropia (cal/K.mol) a 25 °C para uma mesma substância, a entropia no estado gasoso é maior que aquela no estado líquido, que, por sua vez, é maior que a do estado sólido.

A variação de entropia em uma transformação depende apenas dos estados inicial e final do sistema, independentemente de como os reagentes se transformam nos produtos, isto é, do mecanismo da reação.

Por definição, a variação da entropia de uma transformação é igual à diferença entre a entropia dos produtos e dos reagentes:
∆S = Sprodutos – Sreagentes
Assim:
se ∆S > 0, então Sprodutos > Sreagentes; a transformação ocorre com aumento da desordem do sistema e tende a ser espontânea;
se ∆S < 0, então Sprodutos < Sreagentes; a transformação ocorre com diminuição da desordem do sistema e tende a ser não-espontânea;
se ∆S = 0, o sistema está em equilíbrio.
Então:
Qualquer evento acompanhado por aumento na entropia do sistema tende acontecer de forma espontânea.
Uma forma de prever se uma reação ocorrerá com aumento ou diminuição de entropia é analisando o estado físico dos reagentes e dos produtos. Como descrito acima, os gases têm mais entropia que os líquidos e estes que os sólidos.
Durante as reações químicas, a liberdade de movimento dos átomos freqüentemente sofre mudanças por causa das alterações na complexidade das moléculas. Vamos considerar a reação representada a seguir:
2NO2(g) → N2O4(g)
Nos reagentes, há seis átomos formando duas moléculas e nos produtos esses mesmos seis átomos estão combinados formando uma molécula. Os seis átomos divididos entre duas moléculas permitem grau maior de liberdade de movimento que os seis átomos formando uma molécula. Então, podemos concluir que essa reação, caso aconteça, ocorrerá com diminuição de entropia.

Duas regras gerais podem ajudar a prever se a entropia nas transformações aumenta ou diminui:

- examinar os estados físicos dos produtos e dos reagentes;

- verificar, quando os estados físicos dos reagentes e produtos forem iguais, o aumento ou a diminuição do número de moléculas após a transformação, o que pode ser feito comparando a quantidade de matéria em mols dos reagentes e dos produtos da reação.